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	<title>Arquivo de MPCP informação legal - MPCP Advogados</title>
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	<description>Marques Pinto &#38; Caldas Patricio – Advogados é um escritório de advogados dinâmico e pluridisciplinar, focado nas necessidades dos seus clientes e na valorização dos seus direitos e património, adoptando uma abordagem de proximidade e disponibilidade.</description>
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	<title>Arquivo de MPCP informação legal - MPCP Advogados</title>
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	<item>
		<title>Direito de preferência do arrendatário: o que precisa de saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[unik-seo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 09:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos termos do artigo 1091.º do Código Civil , o arrendatário tem direito de preferência na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mpcp-advogados.com/direito-de-preferencia-do-arrendatario-o-que-precisa-de-saber/">Direito de preferência do arrendatário: o que precisa de saber</a> aparece primeiro em <a href="https://mpcp-advogados.com">MPCP Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Direito de preferência do arrendatário: o que precisa de saber</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O direito de preferência do arrendatário é uma proteção legal essencial que assegura ao inquilino a oportunidade de adquirir o imóvel que tem arrendado, caso o proprietário decida vendê-lo ou utilizá-lo para dação em cumprimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este direito é regulado pelo </span><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/1966-34509075-116818986"><span style="font-weight: 400;">artigo 1091.º do Código Civil Português</span></a><span style="font-weight: 400;"> e foi significativamente alterado pela </span><a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=2949&amp;tabela=leis&amp;nversao=&amp;so_miolo=#:~:text=%3A%3A%3A%20Lei%20n.%C2%BA%2064%2F2018%2C%20de%2029%20de%20Outubro&amp;text=A%20presente%20lei%20altera%20o,arrendat%C3%A1rios%20na%20aliena%C3%A7%C3%A3o%20do%20locado."><span style="font-weight: 400;">Lei n.º 64/2018, de 29 de outubro.</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo da </span><a href="https://mpcp-advogados.com/"><span style="font-weight: 400;">Marques Pinto &amp; Caldas Patricio – sociedade de Advogados</span></a><span style="font-weight: 400;"> – vamos explorar os detalhes e as implicações dessas alterações, bem como os procedimentos necessários para exercer este direito.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">O que é o direito de preferência?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O direito de preferência permite ao arrendatário adquirir o imóvel que arrenda em igualdade de condições com um terceiro interessado, caso o proprietário decida vendê-lo ou utilizá-lo como dação em cumprimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme o artigo 1091.º do Código Civil, este direito aplica-se aos arrendatários que tenham um contrato de arrendamento há mais de dois anos. Também é aplicável na celebração de um novo contrato de arrendamento, em caso de caducidade do contrato anterior devido à cessação do direito ou dos poderes legais de administração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que o direito de preferência seja exercido corretamente, o proprietário deve comunicar ao arrendatário os elementos essenciais da venda, incluindo o projeto de venda e as cláusulas do contrato. Esta comunicação deve ser feita de forma que o arrendatário tenha todas as informações necessárias para decidir se quer exercer o seu direito de preferência.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Alterações introduzidas pela Lei n.º 64/2018</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Lei n.º 64/2018, o arrendatário tinha apenas oito dias para exercer o direito de preferência. Com as novas regras, este prazo foi estendido para trinta dias a partir da receção da comunicação do proprietário. Esta alteração visa proporcionar ao arrendatário um período mais razoável para reunir os recursos necessários e tomar uma decisão informada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra mudança importante é a redução do período necessário de arrendamento de três para dois anos para que o direito de preferência seja aplicável. Esta alteração torna mais fácil para os arrendatários exercerem o seu direito, promovendo a estabilidade e a segurança habitacional.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Venda conjunta de imóveis</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma situação particular ocorre quando o proprietário deseja vender o imóvel arrendado juntamente com outros bens imóveis. Nestes casos, o proprietário deve comunicar ao arrendatário o preço atribuído ao imóvel arrendado, bem como os valores dos outros bens que pretende vender em conjunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a venda separada dos imóveis causar um prejuízo apreciável ao proprietário, este deve demonstrá-lo, sob pena de não poder exigir a venda conjunta.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Impacto da inconstitucionalidade de parte da Lei</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://www.tribunalconstitucional.pt/tc/home.html"><span style="font-weight: 400;">Tribunal Constitucional</span></a><span style="font-weight: 400;"> declarou a inconstitucionalidade do n.º 8 do artigo 1091.º do Código Civil, na redação dada pela Lei n.º 64/2018. Esta norma foi considerada uma restrição desproporcional ao direito de propriedade, uma vez que limitava excessivamente a liberdade do proprietário de dispor dos seus bens e restringia a autonomia privada das partes envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os juízes do Tribunal Constitucional consideraram que a norma também teria um efeito desincentivador sobre o investimento, pois forçava a existência de um acordo sobre a utilização da coisa comum sem o consentimento de todas as partes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a fixação do valor da fração em função da permilagem sem considerar fatores como luminosidade natural, nível de conservação, vistas e localização foi vista como uma violação do direito à justa indemnização.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Exercício do direito de preferência</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para exercer o direito de preferência, o arrendatário deve manifestar a sua intenção dentro do prazo de trinta dias, a contar da receção da comunicação do proprietário. É importante que o arrendatário esteja preparado para participar no negócio nos mesmos termos e condições que foram propostos ao terceiro interessado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos de prédios arrendados que não estejam submetidos ao regime da propriedade horizontal, a Lei n.º 64/2018 introduziu novas regras. Quando se trata de um contrato de arrendamento para fins habitacionais, o arrendatário de parte do prédio tem um direito de preferência nos mesmos termos que o arrendatário de uma fração autónoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os arrendatários de partes de prédios que não se encontrem em regime de propriedade horizontal podem exercer os seus direitos de preferência em conjunto, adquirindo, na proporção, a totalidade do imóvel em compropriedade, conforme o n.º 9 do artigo 1091.º do Código Civil.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Jurisprudência relacionada</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Supremo Tribunal de Justiça, em Acórdão de 16 de novembro de 2006 (proc. n.º 06B3596), esclareceu que o direito de preferência do arrendatário se aplica estritamente à compra e venda ou dação em cumprimento do imóvel arrendado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso analisado, um proprietário tinha dado entrada de um prédio urbano arrendado para habitação numa sociedade comercial, e o arrendatário recorreu a juízo para ver reconhecido o seu direito de preferência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tribunal negou provimento ao recurso, afirmando que o direito de preferência não se estende a outras formas de transmissão de propriedade.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Resumindo o direito de preferência do arrendatário</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O direito de preferência do arrendatário é uma ferramenta legal crucial que oferece proteção e segurança aos inquilinos, permitindo-lhes adquirir o imóvel que habitam em condições vantajosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As alterações introduzidas pela Lei n.º 64/2018, de 29 de outubro, visam facilitar o exercício deste direito, embora algumas disposições tenham sido consideradas inconstitucionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental que tanto os proprietários, como os arrendatários estejam bem informados sobre estas regras para assegurar o cumprimento adequado da legislação e garantir que os direitos de todas as partes sejam respeitados.</span></p>
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		<title>Direito de Preferência do Arrendatário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 02:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos termos do artigo 1091.º do Código Civil 1 , o arrendatário tem direito de preferência na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado há mais...</p>
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		<h3>Direito de Preferência do Arrendatário</h3>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Nos termos do artigo 1091.º do Código Civil 1 , o arrendatário tem direito de preferência na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado há mais de dois anos e na celebração de novo contrato de arrendamento, em caso de caducidade do seu contrato por ter cessado o direito ou terem terminado os poderes legais de administração com base nos quais o contrato fora celebrado. Ou seja, num caso em que o proprietário do local arrendado pretende vender o mesmo, o arrendatário goza de direito de preferência nessa operação, e o mesmo se aplica no caso de uma dação em pagamento.</p>
<p>Nestes termos, deverá ser feita uma comunicação pelo proprietário do imóvel ao arrendatário, na qual devem ser transmitidos os chamados “elementos essenciais”, o projeto de venda e as cláusulas do contrato, por forma a que a comunicação para o exercício do direito de preferência seja considerada válida.</p>
<p>Situação particular ocorre quando o senhorio pretende vender o local arrendado juntamente com outros bens imóveis. Quando tal aconteça, o senhorio deverá ainda comunicar ao arrendatário o preço que é atribuído ao locado, bem como os demais valores atribuídos aos imóveis que tenciona vender em conjunto.</p>
<p>Nesta hipótese, o senhorio deverá alegar que a venda em separado lhe provoca um prejuízo apreciável, demonstrando-o, sob pena de não poder exigir a venda conjunta de todos os bens.</p>
<p>O direito de preferência do arrendatário é um direito legal de preferência e é um direito potestativo, cujo exercício implica que o preferente tenha condições de participar no negócio nos termos em que o proprietário do imóvel o pretende alienar a um terceiro.</p>
<p>Nesta matéria, é importante estabelecer uma barreira entre as regras em vigor antes e depois da publicação da Lei n.º 64/2018, de 29 de Outubro de 2018 2 , na medida em que a referida Lei alterou o artigo 1091.º do CC, relativamente ao direito de preferência dos arrendatários na compra e venda do local arrendado.</p>
<p>No anterior regime, a lei consagrava um prazo de oito dias para o exercício do direito de preferência pelo arrendatário. Dentro deste período, deveria não só ocorrer a comunicação da intenção de exercer o direito, como a chegada dessa mesma comunicação ao senhorio.</p>
<hr />
<p>1 Doravante, CC.<br />
2 Doravante, Lei n.º 64/2018.</p>
<p>Atualmente, a lei prevê um prazo de trinta dias a contar da receção da comunicação do senhorio, para o arrendatário, querendo, exercer o seu direito de preferência. No antigo regime, o arrendatário teria direito de preferência na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado há três anos. De acordo com as alterações introduzidas pela Lei n.º 64/2018, existe direito de preferência, de qualquer arrendatário de prédio urbano, na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado há mais de dois anos. As alterações efetuadas pela Lei n.º 64/2018 são obviamente facilitadoras do real exercício do direito de preferência por parte dos arrendatários.</p>
<p>No que diz respeito aos prédios arrendados que não se encontrem submetidos ao regime da propriedade horizontal 3 , a Lei n.º 64/2018 veio introduzir novas regras. Quando esteja em causa um contrato de arrendamento para fins habitacionais, o arrendatário de parte do prédio passa a ter um direito de preferência nos mesmos termos previstos para o arrendatário de fração autónoma (artigo 1091.º, n.º 8 do CC).</p>
<p>O Tribunal Constitucional declarou, com força obrigatória geral, a inconstitucionalidade da norma constante do n.º 8 do artigo 1091.º do CC, na redação dada pela Lei n.º 64/2018 4 , por violação do n.º 1 do artigo 62.º 5 , ou seja, do direito de propriedade, em conjugação com o n.º 2 do artigo 18.º da Constituição da República Portuguesa 6 , na medida em que limitava excessivamente o<br />
direito à transmissão em vida dos imóveis, acabando por não alcançar o objetivo pretendido de facilitar aos arrendatários o processo de acesso à habitação própria.</p>
<p>Considerou o Tribunal Constitucional ser esta uma norma limitadora a vários níveis. No que diz respeito ao proprietário, este não poderia, daquela forma, dispor livremente dos seus bens, tendo o Tribunal Constitucional considerado esta uma restrição desproporcional ao direito de propriedade. A liberdade contratual das partes era colocada em causa, na medida em que a Lei n.º 64/2018 forçava a existência de um acordo sobre a utilização da coisa comum, no qual ninguém teria consentido, ficando como tal a autonomia privada bastante limitada. A norma em causa teria ainda um efeito desincitivador sobre o investimento.</p>
<hr />
</div>
<div>
<p>3 De acordo com o disposto no artigo 1414.º do Código Civil, “as frações de que um edifício se compõe, em condições de constituírem unidades independentes, podem pertencer a proprietários diversos em regime de propriedade horizontal” e do artigo 1415.º do Código Civil, “só podem ser objeto de propriedade horizontal as frações autónomas que, além de constituírem unidades independentes, sejam distintas e isoladas entre si, com saída própria para uma parte comum do prédio ou para a via pública”.<br />
4 Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 299/2020, Processo n.º 984/2018, publicado a 18 de Setembro de 2022, in https://files.dre.pt/1s/2020/09/18300/0000600038.pdf.<br />
5 Nos termos deste artigo, “a todos é garantido o direito à propriedade privada e à sua transmissão em vida ou por morte, nos termos da Constituição”.<br />
6 Este artigo prevê que “a lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantidas nos casosexpressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tribunal Constitucional entendeu ainda que a norma em apreciação violava a justa indemnização, uma vez que previa a fixação do valor da fração em função da permilagem, devendo igualmente ser considerados o grau de luminosidade natural, o nível de conservação, as vistas, a localização, entre outros. Os juízes do Tribunal Constitucional realizaram uma ponderação entre o direito de propriedade e o direito à habitação, entendendo que o direito à habitação está sempre constitucionalmente protegido, por via da forma contratual, na medida em que quem adquire irá suceder nos direitos e obrigações do locador (artigo 1057.º do CC).<br />
Por fim, de acordo com o n.º 9 do artigo 1091.º do CC, relativamente a todos os contratos de arrendamento de partes de prédios que não se encontrem em regime de propriedade horizontal, seja qual for o fim a que se destinam, os arrendatários que assim o pretendam, no caso de a intenção do senhorio ser a de vender o prédio arrendado, podem exercer os seus direitos de preferência em conjunto, adquirindo, na proporção, a totalidade do imóvel em compropriedade.</p>
<p>Relativamente ao âmbito de aplicação do direito de arrendamento, o Supremo Tribunal de Justiça, quando chamado a pronunciar-se sobre se existiria direito de preferência do arrendatário no caso de um proprietário que deu de entrada para uma sociedade comercial um prédio urbano arrendado para habitação, e o respectivo arrendatário recorreu a juízo pretendendo ver reconhecido esse direito, no seu Acórdão de 16 de Novembro de 2006 (proc. nº 06B3596), veio esclarecer de forma cabal que o direito de preferência do arrendatário existe nos estritos termos previstos na Lei, ou seja, na compra e venda ou dação em pagamento, e apenas e só nesses<br />
casos, negando provimento ao recurso do arrendatário.</p>
<p>* O presente artigo tem uma finalidade meramente informativa e não preclude a necessidade de aconselhamento por um advogado.</p>
</div>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo de Cessação de Contrato de Trabalhadores para Reforço da Qualificação e Capacidade Técnica das Empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 02:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O direito ao subsídio de desemprego é, compreensivelmente, uma preocupação de relevo no momento de celebração de um acordo de cessação de contrato de trabalho.</p>
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		<h3>Acordo de Cessação de Contrato de Trabalhadores para Reforço da Qualificação e Capacidade Técnica das Empresas</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O direito ao subsídio de desemprego é, compreensivelmente, uma preocupação de relevo no momento de celebração de um acordo de cessação de contrato de trabalho. Sucede que, nem todas as situações de desemprego dão lugar à atribuição do subsídio de desemprego. A par do despedimento coletivo e extinção do posto de trabalho, poderá igualmente ser concedido<br />
subsídio de desemprego nos casos de cessação de contrato de trabalho por acordo para reforço da qualificação e capacidade técnica das empresas.</p>
<div>
<p>Este tipo de cessação de contrato de trabalho, plasmado no artigo 10.º-A do DL n.º 220/2006 de 3 de Novembro, poderá ter lugar em casos de mútuo acordo, desde que não ocorram situações de diminuição do nível de emprego mas antes se verifiquem novas contratações com vista ao reforço da qualificação e capacidade técnica das empresas. Ou seja, a entidade empregadora chega a acordo com o trabalhador relativamente ao seu despedimento, mas, em contrapartida, terá de preencher o seu posto de trabalho através de uma nova contratação com igual ou superior nível de habilitações literárias.</p>
<p>Esta solução jurídica implica vantagens e desvantagens. Será vantajosa nos casos em que a cessação do contrato de trabalho não se possa enquadrar numa situação de despedimento coletivo, naqueles em que não haja justa causa de despedimento ou ainda nos casos em que a entidade empregadora não pretenda ver o posto de trabalho extinto. Aqui, mediante acordo de cessação, a entidade empregadora limitar-se-á a pagar o montante compensatório acordado.</p>
<p>Por outro lado, esta solução implicará a assunção de obrigações legais para a entidade empregadora a qual se verá obrigada a cumprir determinados requisitos para que o acordo celebrado não seja considerado violação dolosa, o que poderia levar a que a entidade patronal ficasse obrigada perante a Segurança Social ao pagamento do período de concessão da prestação inicial de desemprego.</p>
<p>Assim, de acordo o n.º 2 do artigo 10.º-A do referido DL, caso a entidade empregadora pretenda celebrar este tipo de acordo terá de contratar, até ao final do mês seguinte ao da cessação do contrato de trabalho, um trabalhador mediante contrato sem termo e a tempo completo para o preenchimento do referido posto de trabalho, o qual terá de corresponder imperativamente ao exercício de atividade de complexidade técnica, elevado grau de responsabilidade ou que pressuponha uma especial qualificação. De notar que o n.º 3 do mesmo artigo dispõe que os Serviços de Segurança Social poderão informar o serviço com competência inspetiva do Ministério responsável pela área laboral, quando detetem ou suspeitem do incumprimento legal do disposto no artigo 10.º-A do DL n.º 220/2006.</p>
<p>Importa ainda referir que a atribuição do subsídio de desemprego não se encontra sujeita apenas ao cumprimento das obrigações inerentes ao empregador, mas também ao preenchimento taxativo e cumulativo dos requisitos legais por parte do trabalhador. Neste sentido, para ser titular do direito ao subsídio de desemprego o trabalhador terá de, a título de exemplo, ser residente em Portugal, ter tido um emprego com contrato de trabalho e ter ficado desempregado por razões alheias à sua vontade (desemprego involuntário), ter descontado para a Segurança Social durante pelo menos 360 dias nos 24 meses imediatamente anteriores à data em que ficou desempregado, estar inscrito/à procura de emprego no Serviço de Emprego mais próximo e ter pedido o subsídio no prazo de 90 dias consecutivos (seguidos) a contar da data de desemprego.*</p>
<p>* O presente artigo tem uma finalidade meramente informativa e não preclude a necessidade de<br />
aconselhamento por um advogado.</p>
</div>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
<p>O conteúdo <a href="https://mpcp-advogados.com/acordo-de-cessacao-de-contrato-de-trabalho-para-reforco-da-qualificacao-e-capacidade-tecnica-das-empresas/">Acordo de Cessação de Contrato de Trabalhadores para Reforço da Qualificação e Capacidade Técnica das Empresas</a> aparece primeiro em <a href="https://mpcp-advogados.com">MPCP Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Insolvência do Promitente-Vendedor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 01:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insolvência do promitente vendedor convoca um regime insolvencial específico, e com considerável e controverso desenvolvimento jurisprudencial.</p>
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		<h3>A insolvência do promitente vendedor convoca um regime insolvencial específico, e com considerável e controverso desenvolvimento jurisprudencial.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>O art. 106 do Código da Insolvência e Recuperação de Empresas (CIRE) apresenta-se como o a<br />
norma do regime insolvencial aplicável ao contrato de promessa. Segundo o n.º 1 do art. 106.º do<br />
CIRE, no caso de insolvência do promitente-vendedor, o administrador de insolvência não pode<br />
recusar o cumprimento do contrato de promessa com eficácia real, circunstância que vincula ambas as<br />
partes à celebração do contrato definitivo. Estamos perante um preceito especial face à regra geral<br />
vertida no art. 102 CIRE, segundo a qual o administrador da insolvência opta livremente pelo<br />
cumprimento ou não dos negócios em curso. Contudo, esta inadmissibilidade de recusa do<br />
cumprimento do contrato de promessa de compra e venda depende da verificação de alguns<br />
requisitos, exige-se, designadamente, que o contrato promessa em causa tenha eficácia real e que<br />
tenha havido tradição da coisa que é objeto do contrato de promessa.</p>
<p>Face a este regime, a doutrina tem discutido, no âmbito dos efeitos sobre os negócios em curso e<br />
devido à frequência com que se verifica, na prática, a situação dos contratos-promessa com eficácia<br />
meramente obrigacional relativos a prédio urbano ou fração autónoma. Não tendo eficácia real, o<br />
administrador de insolvência é livre de recusar o cumprimento. Quanto a este ponto não surgem<br />
grandes dúvidas.</p>
<p>A questão fundamental a este propósito é a de saber se, recusado o cumprimento pelo administrador,<br />
o promitente-comprador que tenha obtido da tradição da coisa, goza do direito de receber o sinal em<br />
dobro, nos termos do art. 442, n.º 2 do Código Civil, por um lado, e por outro se beneficia da<br />
qualificação do seu crédito como garantido por via de direito de retenção previsto no art. 755, n.º 1, al.<br />
C) do Código Civil.</p>
<p>O art. 442.º, n.º 2 do Código Civil estipula que o direito ao sinal em dobro pressupõe a verificação<br />
cumulativa de três fatores, a saber:</p>
<p>&#8211; incumprimento do devedor;<br />
&#8211; verificação de um incumprimento ilícito;<br />
&#8211; e, por último, exige que o não cumprimento ilícito seja imputável ao devedor.</p>
<p>O Supremo Tribunal de Justiça, confrontado sistematicamente com estas questões, e com o<br />
antagonismo de decisões dos tribunais de primeira e segunda instância, pronunciou-se em dois<br />
importantes acórdãos de uniformização de jurisprudência.</p>
<p>No primeiro deles, o Acórdão de 20 de março de 2014 (proc. 92/05.6TYVNG-M.P1.S1), o Supremo<br />
Tribunal de Justiça optou por uma interpretação extensiva dos arts. 442.º, n.º 2 e 755.º, nº1, al. C) do<br />
Código Civil e do art. 106.º do CIRE. Entendeu que o requisito do não cumprimento ser imputável ao<br />
devedor, incluía uma imputabilidade indireta, mediata ou reflexa, afastando o conceito de culpa para<br />
passar a significar causalidade.</p>
<p>Mas o Acórdão não se debruça directamente sobre se a recusa ao cumprimento por parte do<br />
administrador confere o direito à restituição do sinal em dobro, ou se pelo contrário deve apenas o<br />
promitente comprador receber de volta o sinal, em singelo.</p>
<p>Quanto ao direito de retenção vertido no art. 755.º, nº1, al. f) do Código Civil, o Supremo Tribunal de<br />
Justiça optou por uma interpretação restritiva, atribuindo o direito de retenção apenas ao promitente<br />
comprador que seja, simultaneamente, um consumidor.</p>
<p>Densificando mais tarde, no Acórdão uniformizador de jurisprudência de 12 de fevereiro de 2019, proc.<br />
(2384/08.3TBSTS-D.P1.S1-A), o conceito de consumidor para este efeito, o qual pressupõe que o<br />
imóvel objeto do contrato de promessa tenha como destino o uso particular do promitente-comprador,<br />
não cabendo no mesmo o exercício de atividade profissional ou de cariz lucrativo.</p>
<p>A 27 de Abril de 2021, o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (proc. nº 872/10.0TYVNG-B.P1.S1-<br />
A), veio pronunciar-se pelo afastamento do regime do artigo 442º nº 2 do Código Civil, e, portanto<br />
recusando o direito à devolução em dobro do sinal por parte do promitente comprador, o que se por<br />
um lado parece justificar-se, dado que habitualmente a conduta do administrador não será ilícita, por<br />
outro confere logicamente menos solidez ao promitente-comprador que se vê despojado da<br />
indemnização a que acreditou ter direito quando assinou o contrato-promessa.</p>
<p>É de referir que esta e outra jurisprudência tem sido controversa, desde logo no seio do próprio<br />
Supremo Tribunal de Justiça, podendo-se encontrar, nos acórdãos citados, vários votos de vencido,<br />
que demonstram a divergência de opiniões e a complexidade desta questão.</p>
<p>Face ao decidido nestes acórdãos, a tendência da jurisprudência vai no sentido de que, existindo a<br />
tradição do imóvel, o crédito do promitente comprador sobrepõe-se ao do credor hipotecário e sempre<br />
que o promitente comprador seja um consumidor, o direito à restituição do sinal será um crédito<br />
garantido por força do direito de retenção.*</p>
<p>* O presente artigo tem uma finalidade meramente informativa e não preclude a necessidade de<br />
aconselhamento por um advogado.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
	</div>
</div>




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		<title>Segurança e Saúde no trabalho: quais os direitos e deveres na Lei em vigor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 01:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investimento & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os trabalhadores têm direito a prestar o seu trabalho em condições que respeitem a sua segurança e saúde. A segurança no trabalho visa a prevenção de acidentes de trabalho...</p>
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		<h3>Segurança e saúde no tr​ab​alho</h3>
<p>&nbsp;</p>
<div>Todos os trabalhadores têm direito a prestar o seu trabalho em condições que respeitem a sua segurança e saúde. A segurança no trabalho visa a prevenção de acidentes de trabalho, através da identificação, avaliação e controlo dos riscos profissionais. Por sua vez, a saúde no trabalho visa garantir a proteção e promoção da saúde dos trabalhadores.</div>
	</div>
</div>



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		<item>
		<title>Medidas de apoio a Emigrantes do Programa Regressar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 01:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Incentivos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Regressar, que prevê apoios financeiros a quem queira voltar para Portugal, vai passar a abranger “os emigrantes que tenham saído de Portugal há pelo menos três anos...</p>
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		<h3>Incentivos &#8211; Medidas de apoio a emigrantes. “Programa Regressar” vai passar a abranger &amp;quot; os emigrantes que tenham saído de Portugal há pelo menos três anos em relação à data de início da atividade laboral em Portugal. Medida vigora até 2026.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Programa Regressar, que prevê apoios financeiros a quem queira voltar para Portugal, vai passar a abranger “os emigrantes que tenham saído de Portugal há pelo menos três anos em relação à data de início da atividade laboral em Portugal”, de acordo com a portaria publicada esta terça-feira em Diário da República.</p>
<p>Criado em 2019, o Programa Regressar destinava-se inicialmente apenas a quem viesse com contrato de trabalho, mas passou também a abranger quem voltasse para lançar o seu próprio negócio. Passou também a existir uma discriminação positiva para quem for residir para o interior, através da majoração do apoio concedido pelo IEFP.</p>
	</div>
</div>



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			</item>
		<item>
		<title>Simulador de compensação por cessação de contrato de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vai cessar o seu contrato de trabalho e não sabe aquilo a que tem direito? Este simulador ajuda-o, pois calcula os valores previstos na lei para as situações...</p>
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		<h3>Vai cessar o seu contrato de trabalho e não sabe aquilo a que tem direito? Este simulador ajuda-o, pois calcula os valores previstos na lei para as situações de cessação de contrato de trabalho, incluindo a compensação (quando haja lugar) e os montantes referentes a férias, subsídio de férias e subsídio de Natal.</h3>
	</div>
</div>



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			</item>
		<item>
		<title>Calculador de actualização de renda</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Investimento & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[MPCP informação legal]]></category>
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		<h3>Calcule o valor da renda para <strong>2024</strong> de acordo com a taxa de atualização em vigor e o arredondamento legal.</h3>
	</div>
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		<title>Imigrantes podem renovar online autorizações de residência que caduquem até 30 Junho.</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imigração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cerca de 25 mil estrangeiros residentes em Portugal cujas autorizações de residência caduquem até 30 de junho podem renovar o documento...</p>
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		<h4 class="article-title">Imigrantes podem renovar online autorizações de residência que caduquem até 30 de junho</h4>
<p>&nbsp;</p>
<div class="article-text xms-text">Os cerca de 25 mil estrangeiros residentes em Portugal cujas autorizações de residência caduquem até 30 de junho podem renovar o documento automaticamente através da página do SEF na Internet, indicou hoje aquele serviço de segurança.</div>
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		<title>Inteligência Artificial já rouba empregos a humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MPCP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 00:04:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas linhas de montagem das fábricas de automóveis modernas, há muito que os robôs começaram a substituir os seres humanos, uma vez que as máquinas...</p>
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		<h4 class="page-subtitle uppercase margin-bottom30 margin-top0">Na fábrica da BMW em Regensburg, Alemanha, a Inteligência Artificial já rouba empregos a humanos. Na inspecção dos acabamentos e pintura, os técnicos foram substituídos por robôs com AI.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<div class="article-text xms-text">Nas linhas de montagem das fábricas de automóveis modernas, há muito que os robôs começaram a substituir os seres humanos, uma vez que as máquinas conseguem movimentar pesos superiores, soldar com mais precisão e um maior número de vezes por minuto, além de aparafusar mais rapidamente e com o desejado torque todo o tipo de peças, inclusivamente as maiores e mais volumosas, poupando os humanos a posições de trabalho menos ergonómicas. Em áreas como a pintura, os robôs pouparam os funcionários de carne e osso a ambientes em que a qualidade do ar é questionável, <strong>mas o controlo de qualidade final da pintura, folgas e acabamentos sempre foi realizado por homens e mulheres. O que já não acontece na fábrica da BMW, em Regensburg, Alemanha.</strong></div>
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